O filme jardim das folhas sagradas,mostra a história do gerente de banco,que chamasse Bonfim,que e é negro e bixessual,interpretado pelo grande ator (Antonio Godi),que é casado com uma mulher muito religiosa que chamasse Ângela (Evelyn Buchegger).
A mãe de Bonfim foi uma grande Mãe de Santo no Candomblé na Bahia e por esse motivo,ele tem um grande compromisso com a religião,que é seguir o destino que seu grande pai, o Orixá Ossanha reservou a ele.
Bonfim depois de perder seu grande amor que era um homem ao qual ele vivia seu lado bissexual,e de sofrer frequentemente racismo em seu emprego,resolve largar tudo e montar um terreiro de candomblé.
Bonfim, não concorda que animais sejam sacrificados nos rituais e procura substituí-los pelas lindas folhas que o grande pai Ossanha possui seus segredos.
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A Boca do Mundo – Exu no Candomblé” é um documentário que propõe uma abordagem etnográfica e experimental sobre as múltiplas manifestações culturais de EXU, orixá/deus da religião afro-brasileira Candomblé.
O documentário retrata a multiplicidade de EXU, presente no cotidiano das ruas, nos mercados de trocas, nas manifestações religiosas, em bares à noite, nas encruzilhadas das estradas, em objetos, sons, cores, comidas, bebidas, festas, pessoas e todos os locais e atos nos quais seja possível encontrar uma representação/manifestação do orixá.
A realização desse documentário subverte as formas tradicionais de realização documental e parte de oficinas de capacitação em audiovisual, com adeptos do Candomblé considerando a intimidade dessas pessoas com os aspectos relacionados a EXU, sejam eles materiais ou espirituais. Neste sentido está a ideia de trazer membros da religião para a captação das imagens a fim de tornar a representação mais interessante e verdadeira.
O documentário traz depoimentos de Mãe Beata de Iemanjá, Ialorixá do Rio de Janeiro e outras pessoas que vivem o Candomblé.
O desejo de realizar este documentário teve origem na pesquisa de mestrado sobre “Fotografia e Candomblé” da diretora e fotógrafa Eliane Coster.
“A Boca do Mundo — Exu no Candomblé” não pretende ser uma obra definitiva sobre o orixá, mas oferece um conjunto de elementos que permitem ao espectador compreender e sentir a riqueza de representações e ações que este orixá produz e opera no cotidiano das pessoas.
Este projeto foi selecionado para a edição 2009 do Edital de apoio a documentários etnográficos sobre patrimônio cultural imaterial — Etnodoc — criado pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e do Departamento de Patrimônio Imaterial – IPHAN e gerenciado pela Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro com patrocínio da Petrobras.
A Boca do Mundo é uma produção da oka comunicações ( A qual possui todos direitos) Só disponibilizamos esse vidêo ,pois o mesmo encontra-se hospedado no You Tube